terça-feira, 11 de setembro de 2012

Epicentrismo Consciencial


O que um epicon?
(epi + con) – Epicentro consciencial; conscin-chave do epicentrismo operacional, que se torna um fulcro de lucidez, assistencialidade e construtividade interdimensional, através da ofiex. Tem relação direta com a tenepes, ou tarefa energética pessoal.

Quais são as atitudes íntimas que um epicon demonstra?
Eis 3 atitudes íntimas, avançadas, sem conotações místicas, que provam, de fato, que você vestiu a camisa no serviço de implantação das condições do epicon:
1.      Pedidos. Você não pede nem reclama, em seus pensamentos, reflexões, sentimentos, idealizações, devaneios e anseios, quaisquer condições ou facilitações que constituam tão-somente interesses personalistas para você próprio, por mais sutis, mascarados, maquilados ou indiretos que você possa apresenta-las, para si mesmo, em uma condição de pecadilhos mentais, autocorrupções sofisticadas ou patopensenes.

Qual o benefício desta postura íntima?
Esta vivência da renúncia mais sincera e indiscutível, na intimidade do seu microuniverso consciencial, sem gurulatrias, conquista, em definitivo, a confiança e a assistência dos amparadores para você e seus empreendimentos libertários.

Qual a segunda atitude íntima do epicon?
2.      Trafares. Você solicita, cruamente, com desinibição e despojamento, dos componentes mais expressivos do seu círculo de relações sociais, uma listagem pessoal, por escrito, dos trafares pessoais incluindo, aí, todos que você julga que não o compreendem, ou sejam seus desafetos, no íntimo do seu grupocarma.

E a vantagem desta postura?
Esta demonstração prática de sinceridade multidimensional, suprema, desarma os últimos mentaissomas mais hostis e renitentes do seu grupocarma contra você.

E a terceira atitude íntima do epicon?
3.      Rostos. Você anatomiza e recompõe, ao fim de cada dia, em severo exame autocrítico, as oportunidades existenciais para a implantação do epicentrismo consciencial que você recebeu, utilizou ou desperdiçou nas últimas 24 horas; revendo, em sua tela mental, a imagem de toda pessoa com quem você se relacionou e tenha agido menos corretamente, ou gerado alguma incompreensão quanto aos seus objetivos nas tarefas do esclarecimento; emoldurando o rosto de cada destes seres humanos em um halo de ECs maxifraternistas de sincera bem-aventurança para elas mesmas.

O que esta postura vai ajudar na vida do epicon?
Esta sua postura tente a purificar os seus pensenes cosmoéticos ou ortopensenes, eliminado, através de amplas cirurgias, diárias, persistentes e continuadas, todas as raízes profundas de mágoas, que você vinha alimentando desde o seu passado mais remoto até o dia presente, aperfeiçoando o holopensene dos seus climas interconscienciais.

Como identificar um epicon?
Pode ser identificado através de 30 condições, que se entrosam e evoluem da parte para o todo, em um cotejo exaustivo:
Conscin Epicon Minipeça                             Maximecanismo Grupocármico   
Assistencialidade do energizador (a)
Assistencialidade do grupocarma
Autoconsciencialidade da incorrupção
Pluriconsciencialidade do grupocarma
Autoconscientização multidimensional
Multiconscientização multidimensional
Autocosmoeticidade egocármica
Ominicosmoeticidade grupocármica
Auto-evolutividade lúcida (cons)
Evolutividade grupocármica lúcida
Base física (projetor ou projetora)
Oficina extrafísica ou ofiex (posto)
Cidadão ou cidadã da Socin Terrestre
Conscins (Socin) e consciexes (Sociex)
Clima intraconsciencial (egóico)
Clima interconsciencial (grupuscular)
Completismo existencial pessoal
Completismo de etapa grupocármica
Desperticidade (homem ou mulher)
Colégio Invisível dos Despertos
Egocarma intrafísico despersonalizado
Policarma multidimensional aberto
Epicon intrafísico (homem ou mulher)
Equipe intra e extrafísica entrosada
EV ou estado vibracional pessoal
Campo energético grupal (dimener)
Existência intrafísica ou holochacral
Consciências na Multidimensionalidade
Holopensene: bolha interdimensional
Holopensene do grupocarma veterano
Homeostase holossomática pessoal
Homeostase holossomática grupuscular
Intraconsciencialidade (hiperacuidade)
Interconsciencialidade (hiperacuidade)
Intraconsciencialidade lúcida
Intragrupalidade lúcida ou inconsciente
Livre-árbítrio pessoal da âncora
Inseparabilidade grupocármica sadia
Metade de uma dupla evolutiva
Unidade de um todo evolutivo
Morfopensenes pessoais no tempo
Morfopensenes grupusculares no tempo
Pensenidade individual (autopensenes)
Pensenidade coletiva (holopensenes)
Personalidade humana bem fixada
Grupalidade multidimensional
Proéxis pessoal em franco andamento
Proéxis grupocármica em andamento
Sanidade consciencial egocármica
Sanidade consciencial grupocarmica
Trafores da conscin-chave (renúncia)
Trafores de um grupocarma sadio
Vivências pessoais (tenepes)
Somatórios de vivências intergrupais
Uma conscin: homem ou mulher
“N” conscins mais “10xN” consciexes
Uniconscienciometria prática
Ominiconscienciometria prática
Unidade autoconsciente (parte)
Um todo superconsciente ativo

Como saber se eu já sou um epicon?
Quais destes 30 experimentos você já pratica com desenvoltura e êxito?
1.      Prática de chuveirada hidromagnéticas funcionais, profiláticas.
2.      Domínio do EV ou estado vibracional profilático (autobanho energético).
3.      Autodesassédio consciente e eficaz quando se faz necessário.
4.      Autocompensação bioenergética voluntária (autocura, autodesbloqueio).
5.      Identificação da sua primener ou primavera energética pessoal.
6.      Emprego da sua sinalética energética-anímica-parapsíquica identificada.
7.      Desfrute do sexochacra dentro da condição da sexualidade madura.
8.      Obtenção do holorgasmo ou orgasmo holossomático com parceiro(a).
9.      Acoplamento áurico voluntário (instalação de campo energético).
10.  Assim ou assimilação energética simpática promovida pela vontade.
11.  Execução de paradiagnósticos relativos a outras conscins.
12.  Desassim ou desassimilação energética simpática promovida pela vontade.
13.  Clarividência facial intencional (transfigurações e duplos energéticos).
14.  Desempenho razoável da projetabilidade lúcida (parafisiologia).
15.  Produção da clarividência viajora assistencial ou educativa.
16.  Produção da projeção de consciência contínua, em série.
17.  Condição de isca assistencial lúcida (intra e extrafísica).
18.  Manuntenção ativa da ofiex ou oficina extrafísica assistencial.
19.  Período de vida sadia na condição da descoincidência vígil.
20.  Período de vivência sadia com a soltura do holochacra.
21.  Vivência na dimener ou dimensão energética extrafísica (holochacral).
22.  Exteriorização potencializada de energias (arco voltaico) craniochacrais.
23.  Patrocínio, por você, da expansão da consciência de outras pessoas.
24.  Abordagens e intercessão extrafísica a favor de outras consciências.
25.  Promoção da projeção consciente conjunta, assistencial ou educativa.
26.  Execução de resgate assistencial de consciex, ou consciência extrafísica.
27.  Vivência, em serviço ativo, compondo uma dupla evolutiva em serviço.
28.  Prática diária da tenepes ou a tarefa energética, pessoal, de modo permanente.
29.  Viviência consciente e educativa do monológo psicofônico.
30.  Experiência extrafísica de entrevistador preliminar com Serenão ou Serenona.

Se você pratica 15 destes experimentos, já está começando a viver na multidimensionalidade. Se pratica todos os 30 experimentos, você é, sem dúvida, um epicon (epicentro consciencial) veterano, e está a alguns passos da desperticidade ou da condição do ser desperto. Os desafio estão e continuam dentro de você mesmo.

Fonte: 700Experimentos da Conscienciologia pag. 735, 737, 738, 740, 743.

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Religião


O que vem a ser religião?
A maioria das pessoas pertencentes a grupos religiosos, assim como a maior parte daquelas antagônicas a quaisquer credos, não suspeitam quão grande é o volume dos complexos estudos para a determinação da natureza do tema “religião”. De modo geral, nas culturas ocidentais, o substantivo religião designa o sistema de doutrinas e preceitos de fé, a instituição sagrada. Tal instituição compreende elementos intelectuais, rituais, éticos e sociais unificados sob a égide da crença num horizonte trans-humano, seja este sobrenatural ou idealístico, descrito em forma de mito ou doutrina dogmática.

O que vem a ser a pessoa religiosa?
O adjetivo religioso indica o traço fundamental de quem se pauta pela religiosidade, a assunção de condutas ou posturas vivenciais orquestradas pelo imperativo da crença.

Quais as variáveis são encontradas na personalidade religiosa?
Eis, listadas em ordem alfabética, 35 variáveis encontradas em diferentes tradições espirituais, traços aos quais se poderia sobrepor o adjetivo “religioso”.
01.  Adoração prestada a objetos e personalidades;
02.  Atitude missionária ou proselitismo;
03.  Códigos morais e preceitos reguladores do comportamento dos fiéis;
04.  Comunicação com esferas consideradas transcedentes (orações, litanias, invocações);
05.  Delimitações de espaços sacros e profanos;
06.  Dependência radical ao ser todo-poderoso ou a grupo de entidades consideradas ontologicamente superiores;
07.  Discurso de alto apelo emocional;
08.  Doutrinação (imposição de ideias e interpretações irrefutáveis);
09.  Dualismo corpo-espírito;
10.  Elaboração de conceitos dogmáticos e instauração de verdades absolutas;
11.  Experiência da culpa e inadequação diante da sacralidade;
12.  Experiência da fé  (crença transformada em entrega existencial aos pretensos planos divinos);
13.  Experiências realizadas no tempo e recompensadas ou punidas na eternidade (conceitos de paraíso e inferno);
14.  Extensão do poder espiritual sobre o plano temporal na forma de teocracia;
15.  Invocação dos mortos;
16.  Manutenção de liturgia ou rituais estabelecidos;
17.  Necessidade de expiar culpas mediante a realização de sacrifícios;
18.  Oferta de salvação;
19.  Perpetuação de mitos e escrituras sagradas;
20.  Personificação do mal (Satã, demônio, inimigo maligno, anjo das trevas);
21.  Pertença ao grupo, comunidade ou igreja mediante rito de iniciação;
22.  Primazia do simbólico sobre o factual;
23.  Procura do milagre, considerado como interferência divina sobre o plano da natureza;
24.  Promessa de finalização da história humana (juízo final, apocalipse, armagedom, fim dos tempos) e a distribuição de consequentes prêmios e castigos, segundo a crença do grupo;
25.  Promoção de estados alterados de consciência (ingestão de substâncias alucinógenas, transe hipnótico, ritmos sugestivos, entre outros);
26.  Repressão, perseguição e punição aos dissidentes;
27.  Reverência  e imitação dos modelos considerados santos;
28.  Sacralização de objetos com a finalidade de proteção contra forças contrárias visíveis e invisíveis (amuletos);
29.  Sentimentos e emoções considerados unidades de medida da experiência;
30.  Submissão à mediação de autoridades representativas do sagrado;
31.  Supervalorização da crença em detrimento do conhecimento experimental;
32.  Tarefas assistenciais consolatórias vinculadas a ideia de recompensa futura;
33.  Templos e construções portentosos, cuja finalidade é expressar a grandeza e poder do presumido ser divino em contraste com a insignificância e desamparo humano;
34.  Utilização da arte (música, pintura, escultura, entre outras) qual modo de despertar e aumentar o sentimento religioso nos fiéis;
35.  Vivências que remetem indivíduos e grupos à sensação de experimentar plano mais profundo de realidade, ultrapassando o limiar da materialidade.

 Qual a origem da religião?
Após mais de um século de debates, inexiste consenso entre os cientistas quanto à determinação precisa da origem da religiosidade. Contudo, os divergentes paradigmas interpretativos gravitam em torno dos mesmos fenômenos, observados universalmente na multiplicidade das culturas primitivas, aproximação com as forças da natureza, noção de “alma” ou “espírito” e comunicação com as almas dos mortos. Embora as teorias oferecidas pelos antropólogos e cientistas sociais considerem terem os indivíduos primitivos “inventado intelectualmente as noções relacionadas à imaterialidade dos fenômenos originantes das crenças”.
Há a hipótese de haver na origem dos conceitos de alma ou espírito, não a pura fantasia dos primitivos, mas a parapercepção, isto é, a experiência perceptiva dos fenômenos parapsíquicos.  

Poderia dar exemplos de ocorrências parapsíquicas presentes nas tradições religiosas?
Destacam-se 5 exemplos a seguir, elencados em ordem cronológica:
1.      Hinduísmo. A crença nas divindades hindus, contadas aos milhares, podem ter se originado de experiências de projeção consciente, por meio das quais sociedades extrafísicas e seus habitantes de aspecto diferente do humano foram vistos. Também o fenômeno da clarividência, isto é, a parapercepção visual de consciências extrafísicas podem ter gerado nos místicos a ilação de terem visto “deuses”.
2.      Judaísmo. Histórias sobre arrebatamentos de profetas e homens santos, a exemplo dos personagens bíblicos Elias e Ezequiel, possivelmente referem-se ao fenômeno da parateleportação humana – combinação dos fenômenos de desmaterialização, levitação, aporto e rematerialização, no qual se dá o repentino desaparecimento da pessoa e seu reaparecimento em outro lugar.
3.      Budismo. A “iluminação de Buda (Sidharta Gautama, 563-483 a.e.c), sob a árvore às margens do rio Nairanjana, pode ter sido a experiência de cosmoconsciência – expansão máxima de lucidez, na qual a consciência sente “a presença viva do Universo e se torna una com ele”, de modo indivisível.
4.      Cristianismo. As aparições de Jesus após a morte, consideradas pelos cristãos ao modo de “provas” da ressureição, podem ter sido o efeito de materialização de consciex – a visualização da forma do psicossoma da consciência extrafísica, possibilitada pela emanação de ectoplasma do corpo dos médiuns – fenômeno relativamente comum em sessões mediúnicas.
5.      Islamismo. A redação do Alcorão, o livro santo dos Islã, “ditado” a Muhammad pelo “Anjo Gabriel” foi, possivelmente, resultado de psicografia – modo de escrita parapsíquica resultante da comunicação entre o paracérebro da consciência extrafísica e o paracérebro do sensitivo.

    Poderia dar mais exemplos de personalidades religiosas da história que tiveram a vivência de fenômenos parapsíquicos e que interpretaram como milagres ou sinal de predileção divina?
Relatos hagiográficos indicam o quanto o parapsíquismo é fato inconteste nas manifestações dos santos, a exemplo destes dez, listados em ordem alfabética:
01.  Antônio de Pádua (1195-1232). Bilocação, clarividência, pré-cognição e domínio bioenergético (Antônio tornou-se figura extraordináriamete popular em razão das curas e fenômenos de efeito físico produzidos em larga escala);
02.  Brígida da Suécia (1302-1373). Clarividência e psicografia (levava mensagens de consciexes aos familiares intrafísicos destas);
03.  Clara de Assis (1194-1253). Fenômeno de efeito físico, clarividência viajora (é apelidada “padroeira da televisão” pela habilidade de assistir à missa em capela distante enquanto permanecia presa ao leito pela enfermidade);
04.  Joana d’ Arc (1412-1431). Clariaudiência (vozes de origem extrafísica a impeliram à guerra contra os ingleses);
05.  João Bosco (1815-1888). Clarividência e pré-cognição (comunicava-se com o falecido amigo e era perseguido por vários antagonistas extrafísicos);
06.  José de Cupertino (1603-1663). Levitação, bilocação, pré-cognição (costumava levitar espontaneamente ao se aproximar do altar, motivo pelo qual foi chamado de “santo voador”);
07.  Margarida Maria Alacoque (1647-1690). Clarividência e clariaudiência(entre as consciexes percebidas, atribuía a duas delas a identidade de Jesus e Maria);
08.  Pedro de Alcântara (1701-1800). Fenômenos de efeito físico, psicopiroforia (produção de fogo espontâneo), projeção consciente, bilocação, transfiguração;
09.  Pio de Pietrelcina (1887-1968). Bilocação e clarividência (no confessionário, Pio era capaz de acessar, mediante acoplamento áurico, as informações ocultadas pelos penitentes).
10.  Teresa d’Avilá (1515-1582). Clarividência e clariaudiência (entre as consciexes percebidas, algumas se manifestavam na formade santos do passado).

O engano parapsíquico pode ocorrer mesmo às consciências já preparadas para abordagens mais críticas. Emoção e deslumbramento por determinadas parapercepções podem levar à diminuição da lucidez e precipitar a consciência em erros sectários e arroubos místicos. Exemplo desconcertante é a biografia do polímata sueco Emanuel Swedenborg (1688-1772) tornou se precursor dos estudos projeciológicos mediante composição do Díario Espiritual, compilação de relatos de projeções lúcidas. Apesar do avançado grau de informação a respeito dos estados conscienciais dos habitantes das dimensões extrafísicas o erudito deixou de aplicar às experiências parapsíquicas pessoais o rigor científico habitualmente dedicado a outras áreas. Convencido de ter vivenciado uma epifania e ser escolhido por “Deus” para reformar o cristianismo, Swedenborg fundou nova igreja e sucumbiu à sedução do raciocínio teológico.

É possível que uma religião seja universalista?
Inúmeros grupos místicos se autodenominam universalistas e muitas religiões se arvoram a missão de propagar a salvação universal do gênero humano. Contudo, mesmo o olhar mais superficial a historiografia das instituições religiosas no Planeta vai revelar não existir religião verdadeiramente universalista. A ideia de universalismo esta vinculada à legítima abertura da consciência considerada semperaprendente, cujas manifestações são incompatíveis com os preconceitos, fanatismos, idolatrias,dogmas, nacionalismos, facciosismos, paroquialismos, apriorismos, provincianismos ou sectarismos de qualquer natureza. O universalismo é a ideia norteadora da consciência crítica, cujo alvo é atingir a verdade, compreendendo-a, porém, enquanto verdade relativa de ponta, isto é, o entendimento possível em determinado momento da marcha evolutiva da Humanidade.

Poderia citar alguns conflitos religiosos na história?
Eis 9 eventos históricos de conflitos religiosos:
01.  A primeira Cruzada (1095-1099)
02.  Inquisição medieval (1184-1230)
03.  A quarta Cruzada (1202-1204)
04.  A Cruzada das Crianças (1212)
05.  Inquisição Espanhola (1478-1834)
06.  As Guerras Religiosas Francesas (1562-1598)
07.  A Guerra dos Trinta Anos (1618-1648)
08.  A revolta chinesa de Taiping (1850-1871)
09.  Os atentados terroristas em Nova York (11/09/2001)

Quais as diferenças entre a religião e a conscienciologia?
É preciso esclarecer a ocorrência de temas comuns entre a Conscienciologia e as religiões. O estudo integral da consciência imerge o pesquisador na autovivência parapsíquica, algo desde sempre explorado na religião em chave mística e ocultista. Eis alguns pontos de ruptura entre Conscienciologia e religião:
Religião                                                             Conscienciologia
Vivência do sectarismo
Afirmação do universalismo
Dogmas, verdades absolutas, infalibilidade; neofobia
Autopesquisa, verdades relativas de ponta, neofilia
Submissão à autoridade, terceirização das escolhas existenciais
Afirmação da autonomia da consciência, assunção da inteligência evolutiva
Investimento na emoção
Investimento na racionalidade
Doutrinação, lavagem cerebral
Princípio da descrença
Apologia e ambição pela santidade
Evolução autoconsciente
Oração, devoções, amuletos
Domínio bioenergético
Conversão ao modo de adequação à coerção psicológica
Reciclagem intraconsciencial
Manutenção da mitologia
Aplicação da lógica
Milagres, autosugestão, hipnose coletiva
Parapsiquismo lúcido e assistencial
Tarefa da consolação
Tarefa do esclarecimento
Crenças injustificadas
Hipóteses justificadas
Proselitismo
Estímulo à pesquisa
Adoração e dependência a supostas divindades
Interassistência multidimensional
Livros sagrados e oráculos
Gestações conscienciais abertas à refutação
Revisão de pecados e acentuação da culpa
Exame conscienciométrico, análise sistemática da consciência
Teocracia, totalitarismo, inquisições
Afirmação a democracia plena
Prêmio ou castigo como motivadores da conduta pessoal
Autoresponsabilidade e maturidade cosmoética
Ocultismo e mistificações
Pesquisa pública
Rituais de invocação; cultos e missas
Tarefa energética pessoal (Tenepes)



E quanto a “Deus” como a Conscienciologia vê esta questão?
Quando a religião cristã, ainda nos seus inícios, passou a dialogar com a Filosofia a fim de ganhar espaço no mundo greco-romano, o deus judaico-cristão foi transformado em causa primeira e o mundo criado em prova da existência do divino criador.
A natural orientação lógica do intelecto humano em associar um efeito a uma causa correspondente suscitou, ao longo da História, a indagação sobre  a causa primeira ou razão originária de todas as coisas. A Conscienciologia admite, em tese, a existência da causa primeira ou primopensene, mas não a identifica com nenhuma das personificações mitológicas criadas pelas religiões do Planeta. Tampouco teoriza a respeito desse princípio originário, pois qualquer especulação desse porte recai em campo inacessível à experiência humana atual.

Haveria algo que se possa comparar há um ser divino no sentido de nível espiritual segundo os estudos Conscienciológicos?
As experiências projetivas orientadas pelo princípio da descrença, apontam o fato da inter-relação entre as consciências, na qual existe diversidade de níveis evolutivos. Amparadores extrafísicos auxiliam consciências intrafísicas nos trabalhos de assistência multidimensional e remetem a orientadores evolutivos, consciências cuja atuação possui alcance policármico mais amplo. Os experimentos de múltiplos pesquisadores com essas consciências extrafísicas permite supor a existência de estágios mais altos na hierarquia evolutiva, levando hipoteticamente à suposição da existência do modelo evolutivo máximo no contexto da experiência na Terra. Esse hipotético modelo, cuja atuação policármica e domínio energético suplantam os demais níveis, é chamado de Homo sapiens serenissimus (Serenões). Após este nível, começa o campo da mateologia, e as consciências aí situadas são chamadas hipoteticamente de consciências livres.

Onde a religião termina?
A pergunta sobre o fim da religião não pode ser respondida em termos cronológicos. Qualquer previsão sobre o “quando” da erradicação do fenômeno religioso na Terra seria prematura e temerária. Hoje, a simples constatação da predominância da crença religiosa na maioria dos países sugere o quanto a Humanidade está distante de banir a superstição. A religião termina no íntimo da consciência, o exato lugar onde, em determinado momento, o autoengano começou.

A religião termina onde a autoconsciência cosmoética começa.