domingo, 17 de junho de 2012

Paradigma Consciencial


O que é paradigma?
Paradigma (do grego parádeigma) literalmente modelo, é a representação de um padrão a ser seguido. É um pressuposto filosófico, matriz, ou seja, uma teoria, um conhecimento que origina o estudo de um campo científico; uma realização científica com métodos e valores que são concebidos como modelo; uma referência inicial como base de modelo para estudos e pesquisas.

Como surgiu o conceito de paradigma?
O conceito originalmente era específico da gramática, em 1900 o Merriam-Webster definia o seu uso apenas nesse contexto, ou da retórica para se referir a uma parábola ou uma fábula. Em lingüística, Ferdinand de Saussure (1857 - 1913), utiliza o termo paradigma para se referir a um tipo específico de relação estrutural entre elementos da linguagem.
Thomas Kuhn (1922 — 1996) , físico americano célebre por suas contribuições à história e filosofia da ciência em especial do processo que leva à evolução do desenvolvimento científico, designou como paradigmáticas as realizações científicas que geram modelos que, por períodos mais ou menos longos e de modo mais ou menos explícito, orientam o desenvolvimento posterior das pesquisas exclusivamente na busca da solução para os problemas por elas suscitados.

Quais as diferenças entre o modelo de pesquisa da ciência convencional e do paradigma proposto pela conscienciologia?
Estudar a consciência não é uma tarefa simples. Cada microuniverso consciencial é extremamente complexo para ser pesquisado de maneira convencional. Os instrumentos, aparelhos ou parâmetros físicos são ainda insuficientes para analisar a consciência, pois esta se encontra além da própria matéria e da energia. O microuniverso consciencial não pode ser colocado dentro de um tubo de ensaio, não pode ser observado por um microscópio ou ser analisado por um sofisticado computador.
Segundo as premissas da Conscienciologia é necessário estabelecer novos parâmetros de medida, descobrir novos instrumentos de investigação para pesquisar a consciência. Este novo modelo denomina-se Paradigma Consciencial.

Como o paradigma consciencial ajuda nas pesquisas da consciência?
Através deste novo paradigma a consciência irá estudar a si mesma. Isto quer dizer que a consciência (você e todos nós) torna-se, simultaneamente, o objeto de estudo, o sujeito e o próprio instrumento de pesquisa. No método da autopesquisa (pesquisa de si mesmo) o pesquisador é o próprio objeto das suas investigações.
O Paradigma Consciencial propõe a ampliação do pensamento científico, oferecendo uma visão integral do Universo e da consciência. A partir desse novo ponto de vista é possível sair da "dermatologia da consciência", ou seja: o estudo superficial, material, que representa a "pele" da consciência, para adentrar profundamente na dinâmica do microuniverso consciencial.

Quais as premissas básicas são abordadas pelo paradigma consciencial?
  1. Holossomática: Admite a existência do holossoma (holo + soma), ou seja, o conjunto de corpos ou veículos de manifestação da consciência formados pelo soma ou corpo físico; energossoma,o corpo das energias, também conhecido como holochacra; psicossoma ou corpo das emoções e mentalsoma, o corpo do discernimento.
  2. Bioenergética: Assume a existência e a aplicação lúcida das bioenergias através do energossoma (energo + soma: corpo energético formado pelo conjunto de chacras), levando em consideração as influências das energias imanentes e conscienciais muito além das percepções cerebrais registradas a partir dos sentidos físicos.
  3. Multidimensionalidade: A consciência se manifesta em múltiplas dimensões e cada veículo se manifesta em uma dimensão. Portanto, através do domínio voluntário das projeções conscientes - experiências fora do corpo - projetor tem a oportunidade de comprovar essa realidade, pois está em contato direto com inúmeras dimensões e realidades não-físicas.
  4. Serialidade: Sustenta o princípio de que a consciência é multiexistencial e multimilenar, ou seja, a personalidade submete-se à serialidade de existências ou múltiplas vidas humanas em série, intercalando com períodos chamados intermissivos, ou seja, entre as vidas humanas.
  5. Cosmoética: O paradigma consciencial tem por filosofia moral a cosmoética ou moral cósmica - um princípio mais amplo que a moral humana - que leva em consideração as múltiplas vidas, ou seja, as nossas múltiplas relações interpessoais nem sempre positivas; os diferentes veículos de manifestação, levando em consideração a qualidade dos nossos pensamentos, sentimentos e energia e suas repercussões.
  6. Universalismo: É o conjunto de idéias derivadas da universalidade das leis básicas da Natureza e do Universo, que através de todos os campos de pesquisa envolve o microuniverso das consciências, expandindo a partir dela para o Universo, onde estão todos imersos. Diante dessa premissa, perde o sentido do apego aos bairrismos, nacionalismos exacerbados, preconceitos de todos os tipos, fronteiras entre países.
  7. Auto-experimentação: Embasa a pesquisa da consciência a partir da auto-experimentação. A Projeciologia é considerada a parte prática, experimental, da Conscienciologia, pois o fenômeno da projeção consciente é a ferramenta mais importante para o estudo da consciência. A projeção conduz a consciência ao autoconhecimento integral. Daí surge a necessidade do conscienciólogo desenvolver sua capacidade de projetar-se para fora do corpo humano com lucidez. O conhecimento teórico, muitas vezes apoiado em provas convencionais, crenças ou especulações não é suficiente para realizar a ciência da consciência. Ao invés disso, o conscienciólogo irá buscar a experimentação pessoal da projeção consciente - um fenômeno natural que é autopersuasivo ou se autocomprova.
Todas as descobertas, hipóteses e teorias da Conscienciologia formam um conjunto de Verdades Relativas de Ponta, ou seja, realidades mais importantes, novas e prioritárias para serem aprofundadas, discutidas e também refutadas. 

Poderia fazer um cotejo entre o paradigma consciencial e o paradigma mecanicista da ciência convencional?

Paradigma consciencial                                 Paradigma mecanicista
Auto e heteroconsciencialidade
Materialidade ou somaticidade apenas
Auto-evolução consciencial total
Auto-evolução material parcial
Auto-experimentação persuasiva
Heteropersuasão e replicabilidade
Bioenergética autoconsciente vivida
Psicomotricidade e percepções mentais
Causas extrafísicas nas pesquisas
Causas intrafísicas nas pesquisas
Ciência padrão: Conscienciologia
Ciência padrão: Física (Fisicalismo)
Consciência e Holossomática
Instrumentalidade física rudimentar
Consciência e multidimensionalidade
Matéria-energia e Intrafisicalidade
Conscienciocêntrico até as CLs
Antropocentrico ou do homem máquina
Cosmoconsciência e idéias originais
Pensenidade intrafísica ordinária
Cosmoética autoconsciente vivenciada
A-ética ou Ética e Moral humana
Holossomaticidade: além dos 5 sentidos
Somaticidade: somente os 5 sentidos
Laboratório consciencial magno
Laboratório físico convencional
Maxiuniversalismo vivido em expansão
Universalismo físico restrito
Modelo prático: o Serenão (Serenona)
Modelo prático: o sucesso humano
Muldimensionalidade autoconsciente
Quadridimensionalidade comum
Multidotação e interdisciplinaridade
Especialização hemiplégica vulgar
Neociência e paradigma revolucionário
Ciência e paradigma convencional
Neoteoria-lider iniciando outra época
Teoria-líder em esgotamento
Paracérebro, conscin, Conscienciologia
Cérebro, mente, Psicologia
Parafisiologia consciencial: holossoma
Fisiologia neuropsíquica: soma
Personalidade lúcida multisseriéxis
Personalidade monoseriéxis
Pesquisas conscienciais diretas
Pesquisas periconscienciais
Pesquisas mais globais e integradas
Pesquisas muito mais fragmentadas
Pesquisas participativas autoconscientes
Pesquisas não participativas
Predomínio do autodidatismo teático
Predomínio da escolaridade formal
Sentido: subjetividade-objetividade
Sentido: objetividade-subjetividade
Socin Conscienciologica de vanguarda
Socin patológica
Teática vivencial, pessoal e grupal
Replicabilidade em laboratório
Valorização do parapsiquismo útil
Supervalorização da Tecnologia

Quais os diferenciais da Conscienciologia  e das outras linhas de conhecimento da Socin?

Ciência Conscienciologia                               Convencionalismos Intelectuais
Principio da descrença: Descrenciologia
Dogmática acadêmica: Materiologia
Pesquisas participativas explicitas
Pesquisas pseudoparticipativas
Autopesquisa autodidática: ininterrupta
Pesquisa convencional: imposta
Pesquisador independente: atacadismo
Pesquisador engajado: varejismo
Pesquisador parapsíquico: teático
Pesquisador acadêmico: materialista
Vínculo consciencial: predominante
Dotações governamentais: interprisão
Doações de copyrights pessoais
Capitalismo selvagem: competitivo
Instituição conscienciocêntrica: assistencial
Dogmática religiosa: doutrinação
Familia consciencial: predominante
Familia profissional: predominante
Pé-de-meia pessoal: autonomia realista
Voto de pobreza: demagogia populista
Epicentrismo consciencial: tares
Salvacionismo demagógico: tacon
Neoparadigma consciencial: neoverpons
Paradigma newtoniano-cartesiano
Priorização das consciências: neoconstructos
Priorização dos elétrons: multimilenar
Multidimensionalidade: essencial duradoura
Monodimensionalidade: superficial
Alternância interdimensional
Monoexistência: trancada
Autopesquisa dos fatos e parafatos
Pesquisas somente dos fatos fisicalistas
Autodiscernimento evolutivo
Autodiscernimento eletronótico
Personalidade integral: holossoma
Personalidade material: soma corpo-fole
Valorização básica da consciência
Supervalorização da matéria



Fontes e Referências bibliográficas: http://pt.wikipedia.org/wiki/Paradigma

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Megapensene Trivocabular

O que é um megapensene trivocabular?
O megapensene (mega+pen+sen+ene)  trivocabular é síntese máxima de conteúdo ideativo (manifestação pensênica), composto de 3 termos, empregando-se o mínimo da apresentação simbólica (palavra) da comunicabilidade (domínio informacional) do sinteta evoluído, homem ou mulher.

Onde e quando surgiu estes termos?
O elemento de composição mega deriva do idioma Grego, mega, megale, grande; grandemente; muito”. Apareceu, na Linguagem Científica Internacional, no Século XIX. O termo pensamento provém do idioma Latim, pensare, “pensar; cogitar; formar alguma ideia; pesar; examinar; considerar; meditar”. Surgiu no Século XIII. A palavra sentimento vem do mesmo idioma Latim, sentimentum, através do idioma Francês, sentiment, “sentimento; faculdade de receber impressões físicas; sensação; conhecimento; fato de saber qualquer coisa; todo fenômeno da vida afetiva; emoção; opinião; bom senso; Apareceu no Século XIV. O vocábulo energia procede do idioma Francês, énergie, derivado do idioma Latim, energia, e este do idioma Grego, energéia, “força em ação”. Surgiu no Século XVI. O elemento de composição tri deriva do idioma Latim, três, tria, “três vezes; três partes”. O termo vocábulo provém do idioma Latim, vocabulum, “nome; denominação; palavra”. Apareceu no Século XIV.

Tem outras palavras que podem denominar um megapensene trivocabular?
Sim, minifrase trivocabular, síntese ideativa, síntese ortopensênica, trinômio comunicativo, frase-síntese trimembre, enunciado trimembre, síntese conscienciológica, proposição trivocabular, proposição trimembre e locução trimembre.

Qual o oposto de um megapensene trivocabular?
Uma frase sesquipedal, discurso longo, frase analítica, sentença difusa, discurso prolixo, locução prolixa, sentença logorreica, proposição verborrágica. Frase palavrosa, e um enunciado extenso.

Como podem ser os megapensenes trivocabulares?
Podem ser de duas formas: megapensene trivocabular simples quando secundário ou inexpressivo. Megapensene trivocabular complexo quando marcante ou expressando pensamento sofisticado.

O que precisamos para criar um megapensene trivocabular?
Os megapensenes trivocabulares exigem originalidade, a ideia nova comprimida, mantendo, ao mesmo tempo, a previsão, a clareza e a concisão sem dubiedades. São extremamente práticos nesta Era das Simplificações, das buscas de miniaturizações tecnológicas e da pragmática levada ao extremo.

Qual a função de um megapensene trivocabular?
Nesta época de aproveitamento de tudo – energia, talentos, oportunidade, tempo, espaço físico, a concisão, a síntese, e a miniaturização se impõem qual modo de viver. Sob este aspecto, o megapensene trivocabular atua de maneira extremamente funcional, pertinente e oportuna. Os fatos e o futuro imediato estão a favor dos enunciados sintéticos trimembres. Isso é inconstestavelmente racional.

Reduzir ideias a três palavras não seria uma mutilação intelectual?
O autor prolixo julga sempre o enunciado trimembre qual mera mutilação intelectual. Apesar disso, o megapensene trivocabular impõe reflexões, exige pensar mais fundo e descarta com vigor maior a moldura da poesia ou da arte, quando infantis. Sem dúvida são necessários tanto o equipamento cerebral poderoso e intensa atividade mentalsomática para se conseguir novas fórmulas dos megapensenes trivocabulares, mas depois de o interessado investir alguma energia, os processos tornam-se acessíveis e bem mais fáceis.

Qual a utilidade da criação de um megapensene trivocabular?
Eis 3 exemplos na ordem funcional:
1.      Pensenidade. Faz a conscin pensar mais profundamente.
2.      Associação. Intensifica o processo de emprego complexo do atributo consciencial da associação de ideias.
3.      Neologismos. Fomenta a criação de neologismos justificadamente necessários ou utilitários.

Os temperamentos excessivamente analíticos têm dificuldade para compor sínteses e, consequentemente, as minifrases dos megapensenes trivocabulares. Os temperamentos excessivamente sintéticos têm dificuldade para desenvolver análises e, consequentemente, sintezar os pensamentos elaborados pelos temperamentos analíticos por meio dos megapensenes trivocabulares.

É instrumento heurístico, objetivo, palpável, e prático para a dinamização dos atributos conscienciais abstratos e, aparentemente, fluídos, surreais, e indefinidos, da Mentalsomatologia. Os megapensenes trivocabulares podem servir para exercícios escolares, ou brainstormings, vendavais de ideias ou torós de palpites. Atua ao modo de ponta visível – a memória cerebral do soma – do iceberg da holomemória – a memória integral do mentalsoma. É o fio da meada pelo qual você puxa e desfia a linha do novelo da autogenialidade. Pinça, puxa e catalisa as lembranças do Curso Intermissivo pré-ressomático. É catalisador intencional e explicíto da autocriativade mentalsomática.

Poderia dar exemplos de megapensenes trivocabulares?
Eis 15 exemplos, na ordem alfabética e no idioma Português, inclusive traduções feitas de outros idiomas, de megapensenes trivocabulares antigos, de autores internacionais e históricos, com os nomes dos autores e épocas respectivas, objetivando as pesquisas da comunicação cultural da Mentalsomatologia:

01.  Aproveita o dia: (Horácio; 65-8 a.e.c.).
02.  Bondade é criação: (Jules Michelet; 1798-1874).
03.  Compreender é complicar: (Lucien-Febvre; 1878-1956).
04.  Compreender é perdoar: (Staël-Holstein; 1766-1817).
05.  Governar é escolher: (Lévis Mirepoix; 1884-1981).
06.  Lazer com dignidade: (Cícero; 106-43 a.e.c.).
07.  Nada mais peço: (Horácio; 65-8 a.e.c.).
08.  Negócios são negócios: (George Colman; 1762-1836).
09.  Pagar é reinar: (Émile de Girardin; 1806-1881).
10.  Palavra tem sexo: (Machado de Assis; 1839-1908).
11.  Quem cala, consente: (John Dryden; 1631-1700).
12.  Ri, eis-me desarmado: (Alexis Piron; 1689-1773).
13.  Saber é poder: (Francis Bacon; 1561-1626).
14.  Saber é recordar-se: (Aristóteles; 384-322 a.e.c.).
15.  Se semeares, colherás: (Paulo de Tarso; 10-67 e.c.).

Referência bibliográfica: Manual do Megapensenes Trivocabulares, pag. 13, 15, 17, 18, 19, 31, 35.

sexta-feira, 6 de abril de 2012

Cons

O que é con?
A unidade hipotética de lucidez da conscin, utlizada na Conscienciometria, correspondente a 1 milésimo da sua lucidez máxima e que demarca o seu nível evolutivo. Nosso dicionário cerebral vai dos arcaísmos aos neologismos.

Poderia definir melhor os cons?
O con é unidade hipotética de lucidez da conscin, proposto pela Conscienciologia, destinado a medir (Conscienciometria) o grau de hiperacuidade pessoal ou o nível de consciencialidade em um determinado momento evolutivo.

Quem precisa dos cons?
Mais as conscins, mas também as consciexes.

Onde ocorre a perda dos cons?
No funil do restringimento da vida intrafísica (renascimento orgânico), ou na condição consciencial da vigília física ordinária.

Quando ocorre a perda dos cons?
No momento inicial do restringimento consciencial através do funil do renascimento intrafísico holochacral.

Com o que se compara o con?
Com o também hipotético engrama, ou a unidade de medida da memória humana (mnmotécnica: o retropensene).

Por que acontece e se mantém a perda dos cons?
Pela própria parafisiologia dos veículos de manifestação da consciex, quando esta deixa a dimensão extrafísica e se restringe na dimensão intrafísica da condição de conscin.

Com que se deve recuperar os cons?
Através de todos os recursos que levem a conscin a empregar, com inteligência e maturidade, o seu mentalsoma.

Como se processa a recuperação dos cons?
Através da saída racional da condição do porão consciencial, dispensa gradativa do emprego do subcérebro abdominal e alcance de um  nível de maturidade intraconsciencial maior, pelos recursos e técnicas da Conscienciometria, e mesmo da Consciencioterapia.

Qual a finalidade da perda dos cons?
Há evidências sugerindo a imersão temporária, mas profunda, e a fixação maior da consciência na dimensão intrafísica.

Para que vale o esforço de recuperar os cons?
A fim de a conscin alcançar: o pleno domínio do cérebro encefálico; a autoconscientização multidimensional, a condição evoluída da consciência contínua ou da lucidez ininterrupta (hiperacuidade); a pensenidade consciente; e a obtenção de um patamar avançado de autoconsciencialidade.

Quanto se deve investir no esforço de recuperação dos cons?
Até o limite que não venha a comprometer a vida humana ou gerar a alienação pessoal quanto às obrigações do homem ou da mulher (psicomotricidade).

Referência bibliográfica: 700 Experimentos da Conscienciologia pag. 514.

quinta-feira, 5 de abril de 2012

Trafor

O que é trafor?
Uma conquista evolutiva da consciência, por exemplo: a autodeterminação, o autodomínio, a auto-suficiência, uma genialidade pessoal.

Poderia trazer uma definição de trafor?
O trafor é o traço-força da conscin, capaz de impulsioná-la no caminho da evolução autoconsciente. Há trafores e trafares tanto masculinos quanto femininos.

Quem pode ter um trafor marcante ou megatrafor?
Qualquer consciência. O que varia é a qualidade do trafor ou dos trafores da personalidade humana.

Onde se adquire o trafor?
Na dimensão intrafísica, notadamente nas vidas coroadas pelo compléxis, ou mais, a moréxis sadia, construtiva, a maior e aceita com toda lucidez ou hiperacuidade consciencial.

Quando é incorporado um megatrafor na consciência?
Depois de repetições incontáveis de experiências intrafísicas construtivas, através das seriéxis ou multiexistências (renascimentos intrafísicos e dessomas consecutivos).

Com o que se compara o trafor?
Com a genialidade positiva de qualquer natureza ou os talentos máximos da consciência.

Por que se desenvolve o trafor?
Pela ordem natural da maturidade evolutiva da consciência, depois de certo nível de autolucidez ou hiperacuidade.

Com que se pode adquir um trafor marcante ou megatrafor?
Através de todos os recursos que levem a conscin a empregar com inteligência a Holossomática, na qualidade de Homo invulgaris.

Como se processa a aquisição do trafor marcante?
Através da autodedicação no desempenho constante de procedimentos evolutivos não-egoísticos.

Qual a vantagem de se incorporar um trafor marcante ou um megatrafor?
Dinamizar o desenvolvimento da auto-evolução, ideal para a própria consciência e para os outros, libertando-se dos seus megatrafares, do porão consciencial e da condição do subcérebro abdominal. Quem vê só os trafares nos outros não vive bem com ninguém.

Para que vale o esforço de se adquirir um trafor marcante?
A fim de a consciência implementar melhor a sua instrumentalidade evolutiva, evitando, assim, as automimeses existenciais já dispensáveis.

Quanto se deve investir no esforço de aquisição de um megatrafor?
O máximo que a competência pessoal permitir a fim de se desfrutar de uma condição de serenidade maior. Nenhuma minipeça é superior ao maximecanismo, dentro da evolução.

Referência bibliográfica: 700Experimentos da Conscienciologia pag. 447.