quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Adaptabilidade



William Nascimento
 
            A propriedade, capacidade, qualidade ou condição de alguém mostrar-se adaptável ou harmonizável, permitindo a autodisponibilidade, o engajamento, a integração e o ativismo produtivo às situações, coisas e acontecimentos novos é chamado pela Conscienciologia de adaptabilidade.  O equilíbrio, a disposição, a harmonia para com a vida demonstra que o indivíduo está bem ajustado ou adaptado.
            Na biologia evolução é a capacidade de se adaptar as mudanças ambientais. Essa foi apenas uma das teorias defendidas e publicadas em 1858 por Charles R. Darwin no livro A origem das espécies. Extrapolando os conceitos estudados por Darwin, na Conscienciologia leva-se em conta a evolução do ser humano integral e integrada, o individuo tem a tarefa de se adaptar a tudo e a todos. Vida após vida, corpo após corpo, revezando-se em intervalos de tempo na dimensão física e extrafísica, gênero masculino ou feminino, readaptando-se a genética, família, cultura, sociedade, idioma, profissão, relacionamentos, economia, projetos, etc.
            No dia a dia podemos perceber a quantidade de indivíduos inadaptados como nos seguintes casos: a vida inteira afastada da capital,  alheia ao mundo; a frequência de divórcios; o tempo de desemprego; o isolamento social crônico; a negação constante ao uso das novas tecnologias; as crises da meia idade; o desprezo ao cumprimento das leis; a vida inteira sabendo apenas um idioma; o implante de silicone nos seios e nádegas; o uso de anabolizantes do halterofilista e as estatísticas alarmantes de suicídio, entre outras diversas situações.
            Mas também se percebe muitos casos de adaptabilidade como é o caso dos casamentos no qual se comemora as bodas de ouro; o deficiente físico tetraplégico trabalhando com eficiência produtiva; a ascensão na carreira profissional; o trabalho exemplar de quem realiza trabalhos voluntários assistenciais, etc.
            Outra situação é quando não conseguimos nos adaptar ao contexto no sentido de que as coisas estão erradas, problemáticas ou difíceis, e fazemos um movimento de mudar as coisas para corrigir, atualizar e até mesmo otimizar. Por esta razão inventamos coisas para que o ambiente fique mais adequado aos indivíduos. É desta forma que hoje   temos eletricidade, tecnologias, locomoção através de aviões, carros, locomotivas, navios, e contamos com grandes avanços na área da saúde, engenharia, química enfim todas as áreas evoluíram devido aos esforços individuais. Há ainda os casos de inadaptação intraconsciencial levando a auto-superação de maus hábitos, vícios, doenças, problemas emocionais, dificuldades intelectuais etc. Tudo isto demonstra a condição saudável de sair da zona de conforto, do ócio da acomodação e da estagnação. Adaptabilidade também é arregaçar as mangas, se auto planejar, organizar, educar, ensinar, cuidar, liderar e se especializar.
            Uma variável que a Conscienciologia trabalha é a da adaptabilidade extrafísica, a maioria da população não está adaptada com a vivência lúcida nas dimensões extrafísicas. Visando trabalhar nisto, existe atualmente 19 instituições conscienciocêntricas internacionais, todas elas contribuem com informações e formações de conscienciólogos fornecendo conhecimento, habilidades e competências parapsíquicas.  O objetivo de estar adaptado a multidimensionalidade é que ampliamos nossa visão das coisas, proporciona maior lucidez, discernimento, universalismo, fraternidade e ética universal (cosmoética). 
            Pergunto a você leitor, como está seu nível de adaptabilidade? Já se adaptou as ideias apresentadas pela Conscienciologia? De forma teórica ou pela experiência pessoal?

Referência
1. Vieira, Waldo; Enciclopédia da Conscienciologia; CD-ROM; 5.272 Páginas; 1.365 verbetes; 234 especialidades; 5◦ Ed.; Associação Internacional Editares; Associação Internacionalde Comunicação Conscienciológica (COMUNICONS); & Associação Internacional de Altos Estudos da Conscienciologia (CEAEC); Foz do Iguaçu. PR; 2009; Verbete consultado: adaptabilidade. 
2. Darwin, C; A Origem das espécies. Coleção a obra prima de cada autor.  4° Ed. São Paulo: Martin Claret, 2013. 553p.

            William Nascimento é técnico em Enfermagem, estudante de Psicologia e pesquisador da Conscienciologia.

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Aparições e clarividência

Rodrigo Medeiros

            As “aparições” ou “visões” são fenômenos onde se vê uma entidade não-física, por exemplo, um parente que já faleceu, um conhecido, ou até mesmo uma figura religiosa ou representativa de algum sistema de crença.
            Essa visão de alguém “que não está lá”, ao menos não nessa dimensão física, pode ser explicada através da materialização, semi-materialização, ou clarividência. Na materialização e semi-materialização, a consciencia extrafísica (entidade, espírito) agrega energias e densifica sua presença ao ponto de tornar-se visível através dos olhos físicos. Nos casos de clarividência, a consciência extrafísica não está visível aos olhos físicos e o observador tem acesso à dimensão extrafísica através da Clarividência.
            Neste tipo de fenômeno é bastante comum que a consciência extrafísica se apresente semi-transparente, frequentemente com cores menos intensas, ou em branco brilhante, ou en tons de cinza. Quando o fenômeno tem base na clarividencia, isso ocorre porque o estímulo visual da clarividência é em geral mais sutil comparado com o estímulo visual físico.
            A clarividência pode ser espontânea e ocorre com muita frequência em momentos de relaxamento maior, onde a condição do corpo físico permite que o seu psicosoma (ou corpo astral) se expanda e receba com mais intensidade o estímulo visual extrafísico. Ainda assim, há relatos de clarividência que ocorrem em casos de estresse ou onde não há nenhum relaxamento ou condição do corpo físico favorável.

            Rodrigo Medeiros, graduado em Engenharia Elétrica, é co-autor do projeto “Imagem-Alvo”, um projeto de pesquisa sobre percepção remota. Rodrigo é autor do livro “Clarividência: Teoria e Prática”, Diretor de Educação da IAC, Academia Internacional da Consciênia e apresentou vários trabalhos em congressos acadêmicos e universidades, além de palestras e cursos em vários países do mudo.  Seu curso e workwhop mais polpular sobre clarividência já foi apresentado no Brasil, Estados Unidos, México, Inglaterra, Portugal, Espanha, Itália, Hong Kong, Macau, Finlândia, Suécia, e Romênia.


quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Olhar de fraternidade

William Nascimento

            Imagine uma situação na qual um indivíduo pensa estar sofrendo de algum problema visual e recorre a um médico oftalmologista, chega ao consultório, e nas perguntas de anamnese o paciente refere estar com problemas de olho gordo (olhar de inveja ou cobiça). A cena pode parecer cômica, pois sabemos que nenhum oftalmologista possuí conhecimento acadêmico para tratar mal olhado. Contudo mesmo um paciente sem qualquer estudo formal, poderá notar o olhar do médico diante de uma cena como esta. Ao se deparar com tal queixa, talvez o paciente note da parte do médico um olhar de desprezo, de arrogância ou até mesmo um olhar enfurecido por fazê-lo perder tempo com uma queixa deste tipo.
            Em nosso dia a dia, podemos nos deparar com situações semelhantes, é comum encontrarmos pessoas mal informadas, desorientadas, confusas e perdidas. Podemos parar e refletir sobre nossa própria postura diante destes encontros de destino. Como é o olhar que eu emito diante de um pedido de auxílio? Transmito desprezo, raiva, rejeição, repulsa, hostilidade ou antipatia?  
            Tais situações servem para ilustrar a importância do olhar, pois é através do olhar que nós transmitimos nossas intenções, sentimentos e pensamentos. Os olhos são popularmente chamados de janelas da alma, e quem está de fora, o sujeito receptor do olhar pode captar o que se passa dentro do emissor, percebendo, absorvendo, recebendo e decodificando a mensagem transmitida. Leitor pare para pensar, e talvez se recorde de alguma situação na qual recebeu um olhar apaixonado, sedutor,  que foi transmitindo de forma quase transparente as intenções românticas ou sexuais, é este o processo parapsíquico do olhar.
            Existem diversos tipos de olhares, para as mais diversas intenções, e o foco deste artigo é contribuir para que o leitor desenvolva um olhar com a intenção de ajudar, auxiliar, promover o bem estar, a autonomia e a evolução individual e coletiva. Ao delimitar o tipo de intenção, o próximo passo é trabalhar na abordagem. Começa na ação de dirigir os olhos para alguém, contemplar, encarar ou examinar a pessoa de forma atenta, fraterna e afetuosa, e se predispor a compreender e ser compreendido a assistir e ser assistido, transmitindo ao receptor um olhar de fraternidade.   
            "Se podes olhar, vê. Se podes ver, repara [...] Mais do que olhar, importa reparar no outro [...]" . Com estas palavras José Saramago (1922-2010) enfatizava este processo de enxergar o outro. Além de reparar, também é preciso estar atento as oportunidades de esclarecer o outro, ajuda-lo a pensar, e trazer informações úteis. A Conscienciologia trabalha na tarefa do esclarecimento, considera prioritário trazer abordagens multidimensionais, pois para boa parte dos problemas, dificuldades, queixas, doenças físicas, psíquicas e emocionais, podem ter relação com variáveis extrafísicas. A ciência convencional, não admite a existência de múltiplas vidas (reencarnação), ou a existência de outras dimensões não materiais, ou mesmo a influência de pessoas que já morreram atuando e interferindo em nosso dia a dia. E todas estas variáveis devem ser abordadas, desmistificadas e esclarecidas.   
            O olhar transmite nossas energias conscienciais, ou seja o que nós somos, o que pensamos, sentimos e consequentemente emanamos. A própria transmissão destas energias sutis, ocorre na dimensão extrafísica. Devido a transmissão de energias advindas do olhar, precisamos refletir seriamente, se a mensagens que emitimos com nosso olhar tem as melhores energias. Na Conscienciologia, o indivíduo aprende a importância de qualificar as próprias energias conscienciais, ao trabalhar com as próprias energias, pensamentos e sentimentos, o resultado é a melhoria da saúde e dos relacionamentos cotidianos ajudando desta forma a si mesma e aos outros.
           
Referências bibliográficas

1. VIEIRA, Waldo; Enciclopédia da Conscienciologia; CD-ROM; 5.272 Páginas; 1.365 verbetes; 234 especialidades; 5◦ Ed.; Associação Internacional Editares; Associação Internacionalde Comunicação Conscienciológica (COMUNICONS); & Associação Internacional de Altos Estudos da Conscienciologia (CEAEC); Foz do Iguaçu. PR; 2009; Verbete consultado: Olhar de Fraternidade.
1. SARAMAGO, José. Ensaio sobre a cegueira. São Paulo: Companhia das Letras, 1995.

            William Nascimento é técnico em Enfermagem, estudante de Psicologia e pesquisador da Conscienciologia.


sábado, 28 de setembro de 2013

Ignorância ignorada

William Nascimento

            Antes de existir a ciência, em uma época escassa de recursos tecnológicos, quando ainda pouco se sabia sobre o funcionamento das coisas, mesmo nestas épocas de maior ignorância, já havia pessoas que se preocupavam com o conhecimento. Na Antiguidade Clássica, havia um homem muito sábio, sabia que havia muito para saber, uma de suas máximas é até hoje muito divulgado nos cursos de Filosofia, seu nome é Sócrates (470-399 a.C) e o mesmo dizia, "só sei que nada sei". Só o fato de saber isto, o colocou em vantagem sobre os demais, ele ficou conhecido por ser um grande questionador, perguntava sobre tudo. Por outro lado também surgiu homens que se diziam eruditos competentes. Pico della Mirandola (1463-1494) aos 23 anos de idade dizia poder confrontar qualquer estudioso numa disputa pública.   
            Ambas as personalidades nos deixaram importantes lições, a de saber perguntar e a de saber responder. Quem não admite que existe lacunas no conhecimento pessoal, acaba iludindo a si próprio, se apega as próprias convicções irrefutáveis e desconsidera que sempre é possível crescer em aquisições cognitivas, e com isto deixa de progredir, de evoluir, esta condição é chamada de ignorância ignorada. 
            Esta condição serve também para mostrar que não se pode saber tudo, ninguém é dono da verdade, pensar ser um sabichão é enganar a si mesmo. É importante admitir as próprias limitações de conhecimento, mas não podemos ficar na zona de conforto, nem ter preguiça de suprir as falhas e lacunas da própria ignorância. Os novos conhecimentos confirmam ou refutam, e ainda expandem as velhas informações, substituí os velhos conceitos por novos conceitos.
            É preciso substituir o velho pelo novo, é assim a dinâmica da vida, deixar de lado o apriorismo, dogmatismo, a passividade intelectual, a reprodução do senso comum, as repetições desnecessárias, o medo da novidade e a insegurança intelectual. E colocar no lugar o autodidatismo, a renovação, a pró atividade intelectual, a curiosidade, e a descrença.
            A Conscienciologia incentiva a busca pelo estudo e a pesquisa, dá ênfase também no auto-conhecimento, através de auto-pesquisa, mas vai além fornecendo métodos e técnicas para a experimentação pessoal. A experimentação que se aplica a vivência em dimensões não materiais, através da experiência fora do corpo (projeção consciente), a experiência de parapsíquismo através do desenvolvimento técnico da auto-paraperceptibilidade,  a experiência do manejo com as próprias bioenergias pessoais.
            O leitor interessado em saber mais do que teorias mas também práticas parapsíquicas, está convidado a participar de nossas palestras públicas gratuitas no IIPC, as palestras são realizadas todas as quintas, das 19:30 as 21:30. Aos sábados das 14:30 as 16:30. O IIPC está localizado na rua Visconde de Nácar, 1505 - 9◦ andar, no centro de Curitiba.

Referências bibliográficas
1. DOREN, C.V. Uma breve história do conhecimento. 1° ed. Rio de Janeiro: Casa da Palavra, 2012. 477 p.
2. VIEIRA, Waldo; Enciclopédia da Conscienciologia; CD-ROM; 5.272 Páginas; 1.365 verbetes; 234 especialidades; 5◦ Ed.; Associação Internacional Editares; Associação Internacionalde Comunicação Conscienciológica (COMUNICONS); & Associação Internacional de Altos Estudos da Conscienciologia (CEAEC); Foz do Iguaçu. PR; 2009; Verbete consultado: Ignorância ignorada.


            William Nascimento é técnico em Enfermagem, estudante de Psicologia e pesquisador da Conscienciologia.

sábado, 21 de setembro de 2013

Princípio da descrença

William Nascimento

            O princípio de que tudo deve ser questionado, começou de modo mais notório com René Descartes (1596 - 1650). Descartes ficou conhecido por questionar tudo o que lhe haviam ensinado, queria saber se o que lhe transmitiam era verdadeiro. Dizia que tudo podia ser posto em causa e elaborou métodos para chegar a certeza das coisas. Porém seus métodos lidavam muito bem com a matéria, de modo que a própria Teologia disciplina de maior destaque na época, deu lugar a Física e a Matemática devido a influência de Descartes.
            Quando se trata de assuntos imateriais (extrafísicos), ou relacionados a fenômenos parapsíquicos (subjetivos), são necessários outros métodos que a ciência convencional ainda reluta em aceitar ou seja a autopesquisa. Recentemente surgiu para preencher esta lacuna a neo-ciência Conscienciologia, partindo do princípio de que nos manifestamos além do cérebro físico, e que a consciência humana é independente do corpo humano, e se manifesta além desta dimensão física material, esta ciência se propõem a estudar os assuntos mais complexos e de maior prioridade, ou seja a nós mesmos. 
           Qualquer indivíduo que tiver a oportunidade de ler um livro publicado da Conscienciologia, ou assistir cursos, palestras, eventos, simpósios ou congressos, vai se deparar com a seguinte expressão: "Não acredite em nada, nem mesmo no que lhe informarem aqui, tenha suas experiências pessoais." Esta expressão é chamada de princípio da descrença. Este princípio é repetido com frequência para que o interessado nas ideias propostas, não fique persuadido, convencido ou crente sem a devida autocomprovação empírica.
            A Conscienciologia constituí apenas 1% de teoria e 99% de prática. Não é tão importante saber conceitualmente, e sim experimentalmente, a partir das vivências pessoais. Nesta nova ciência o pesquisador novato aprende a questionar, criticar, analisar, ponderar e vivenciar, caso contrário será mais um teoricão, ou demonstrará apenas que ainda mantém ranços religiosos.
            Quando se trata de papel, computador, televisão ou qualquer lugar em que se possa transmitir alguma informação, tais objetos aceitam tudo. Mas o ser humano, dotado de racionalidade e vontade não deve adotar esta postura, por este motivo em Conscienciologia, se faz ciência a partir das autopesquisas, autoexperiências e autocomprovações.
         Convido o leitor a conhecer a Conscienciologia através do Instituto Internacional de Projeciologia e Conscienciologia - IIPC. O IIPC oferece palestras públicas gratuitas todas as quintas, das 19:30 as 21:30 e aos sábados das 14:30 as 16:30, localizado na rua Visconde de Nácar, 1505 - 9◦ andar, no centro de Curitiba.

Referências bibliográficas
1. DOREN, C.V. Uma breve história do conhecimento. 1° ed. Rio de Janeiro: Casa da Palavra, 2012. 477 p.
2. VIEIRA, Waldo; Enciclopédia da Conscienciologia; CD-ROM; 5.272 Páginas; 1.365 verbetes; 234 especialidades; 5◦ Ed.; Associação Internacional Editares; Associação Internacionalde Comunicação Conscienciológica (COMUNICONS); & Associação Internacional de Altos Estudos da Conscienciologia (CEAEC); Foz do Iguaçu. PR; 2009; Verbete consultado: Princípio da descrença. 

            William Nascimento é técnico em Enfermagem, estudante de Psicologia e pesquisador da Conscienciologia.

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Carência insatisfeita

William Nascimento

            A humanidade naturalmente alimenta carências, podemos ver este fato ao longo da história, os eventos, inventos, conquistas e descobertas, sugerem que sempre existiu e ainda existe algo a ser realizado pelos indivíduos. Tais feitos, por exemplo, o surgimento da escrita há cinquenta séculos atrás, o pensamento filosófico, os métodos científicos, o desenvolvimento da tecnologia buscavam e continuam buscando suprir de alguma forma as necessidades humanas.
            O que forma a humanidade são os indivíduos humanos, e os exemplos citados, não foram realizadas por todos, mas sim contribuições individuais. Cada um em sua área de atuação, teve aspirações e inspirações de personalidades que as antecederam, tiveram influências do que estava em voga no contexto da época. Tudo isto contribuiu no sentido de apontar para as demandas e necessidades a serem supridas, realizadas, completadas ou conquistadas. De modo que até hoje, através da mídia, das personalidades que conhecemos, das coisas que lemos, essas interações nos faz alimentar sonhos dourados de consumo, gerando carências insatisfeitas.  
            Este estado ou condição intima do indivíduo se caracteriza pela irrealização de algum objetivo considerado relevante para si mesma. Todos nós seres humanos, alimentamos alguma carência, o que precisa ser pesquisado por cada indivíduo ou consciência é, se esta carência esta sendo patológica ou levando a alguma patologia. Por exemplo, a carência de discernimento, auto-estima e auto-confiança, pode levar a problemas quando se quer ser aceito por um grupo composto por "más companhias" caracterizado pelos seus maus hábitos e vícios. A carência afetiva, quando ignorada leva em muitos casos a fantasias sexuais, a alimentação compulsiva, ou a ingestão de bebidas alcoólicas, drogas etc. Em casos extremos essas carências se transformam em vícios, que consequentemente levam a violência, roubos, suicídios e até mesmo homicídios, de modo que, este assunto merece atenção.      
            Há diversas áreas da vida humana a serem analisadas, a exemplo da saúde, das finanças, afetividade, família, lazer, educação, transporte, trabalho, vestuário, alimentação, parapsiquismo etc. Cada uma dessas áreas possuem categorias a serem trabalhadas, cabe a cada indivíduo, analisar em qual das áreas possui insatisfações, descontentamentos e necessidades. A partir daí pode-se elaborar rotinas úteis, agendar horários para suprir as carências insatisfeitas e revisar os feitos no final de cada dia. Também é importante focar em algo a ser deixado como legado útil e assistencial para a humanidade, por exemplo trabalhar em um tema de pesquisa, escrever um livro esclarecedor, criar invenções úteis, fazer descoberta cientificas ou ainda fundar instituições de assistência.
            Este foco assistencial segundo a Conscienciologia é a solução para as carências insatisfeitas patológicas. Ao suprir as próprias necessidades e ir além, assistindo aos demais indivíduos, o sentimento de realização pessoal aumenta. Um individuo realizado, não surta com ninguém, não agride ninguém e não reclama para si de maneira egoísta, só este fato já assiste apenas pelo exemplo pessoal. Esta condição saudável acaba por atrair pessoas carentes insatisfeitas patológicas que, afundadas em suas insatisfações podem procurar ajuda de quem já está numa condição mais equilibrada. Quem busca ajuda deve ser atendida com acolhimento, porque elas podem não ter capacidade de olhar para seus problemas de maneira isenta em busca de uma solução, e quem já superou tais dificuldades, já terá recursos e experiência para uma assistência mais assertiva. Quanto mais se assiste aos outros, menores ficam os níveis de carência patológica, e aumentam os níveis de carência saudável, carência saudável são necessidades que não prejudicam a nós ou aos outros, muito pelo contrário, ela é evolutiva, equilibrada, e só traz coisas positivas.  
            A carência insatisfeita, é um tema de pesquisa da autoproexologia, ou seja, está relacionada aos próprios objetivos de vida da consciência, planejado antes do próprio nascimento nesta dimensão material, física. Para ter maiores informações a respeito destes assuntos, o leitor pode buscar a Associação Internacional da Programação Existencial - APEX, localizada na rua da Cosmoética, 1511 (antes, rua dos Ipês) - Bairro da Cognópolis - Foz do Iguaçu - Paraná - Brasil, Telefone para contato (45) 3525-1704.

Referência bibliográfica
1. Vieira, Waldo; Enciclopédia da Conscienciologia; CD-ROM; 5.272 Páginas; 1.365 verbetes; 234 especialidades; 5◦ Ed.; Associação Internacional Editares; Associação Internacionalde Comunicação Conscienciológica (COMUNICONS); & Associação Internacional de Altos Estudos da Conscienciologia (CEAEC); Foz do Iguaçu. PR; 2009; Verbete consultado: carência insatisfeita.

              William Nascimento é téc. em enfermagem, estudante de Psicologia e pesquisador da Conscienciologia.

domingo, 15 de setembro de 2013

Consciencioterapia

William Nascimento

            Na Medicina, Enfermagem, Psicologia e outras áreas afins, ainda se utiliza o termo paciente para se referir àquele que sofre ou padece de alguma enfermidade. Este termo foi reformulado, passando a significar aquele que se submete passivamente. Porém nestas áreas já se começou a utilizar o termo cliente, devido ao poder de decisão e direitos de quem procura tratar-se. De qualquer maneira está implícito no conceito que a remissão da enfermidade depende do profissional da saúde, este é considerado na maioria das vezes o responsável pela cura.
             A Consciencioterapia, é a especialidade da Conscienciologia que estuda o tratamento, alívio ou remissão de patologias da consciência, executados através dos recursos e técnicas derivados da abordagem da consciência inteira, em suas patologias e parapatologias, profilaxias e paraprofilaxias” (VIEIRA, 1997, p. 68). A Consciencioterapia difere em seus conceitos, e não trata o assistido nem por paciente ou cliente, o termo utilizado é evoluciente. "O evoluciente é o indivíduo ou consciência que, saturada de si mesma,  não é mais paciente ou passiva, e esboça a intenção de evoluir mais rápido, assumindo para si a responsabilidade sobre sua saúde e evolução, se utilizando de técnicas e método (autoconsciencioterapia) para fazer os ajustes e acertos nas próprias energias, emoções e ideias [...]" (TAKIMOTO, 2006, p.3).
            O evoluciente busca por meio da autoconsciencioterapia a autocura, através da sua vontade, recursos e ações. Esta busca envolve autoconhecimento, sair de crises existenciais, superar dificuldades pessoais ou interpessoais e renovar determinados aspectos de sua vida. Outra diferença das demais áreas da ciência convencional é que a Consciencioterapia, se utiliza de recursos e técnicas Multidimensionais, Multiexistenciais, Bioenergéticas, Cosmoética e Universalista, segundo as premissas do paradigma consciencial.
            Embora o evoluciente procure autonomia consciencial, buscando ser o terapeuta de si mesma, algum auxílio externo pode-se fazer necessário, e aí entra a heteroconsciencioterapia. Esta se faz por meio de um consciencioterapeuta, formado em Medicina ou Psicologia, praticante da tenepes, técnico da interassistencialidade, capaz de acionar o tratamento, alívio ou remissão das patologias e parapatologias das consciências, por intermédio dos recursos e das técnicas derivadas da Consciencioterapia.      
            Segundo Takimoto, aquele que tiver um pouco de autoconsciência, autopercepção sobre determinados aspectos da sua própria realidade integral, já tem condições de iniciar a autoconsciencioterapia. Tudo o que se pede é vontade e sinceridade com si próprio, e certa medida de independência no sentido de responsabilizar-se pela própria cura.
            As etapas a serem percorridas são divididas em auto-investigação, auto-diagnóstico, auto-enfrentamento  e auto-superação. No decorrer do processo auto-terapêutico, o evoluciente, precisa ser determinado, focado, persistente, principalmente após o diagnóstico, devido aos enfrentamentos que exigem maiores esforços para superar os mecanismos de defesa do ego. Mantendo a vontade inquebrantável, o evoluciente, ao chegar nas auto-superações, provavelmente se manterá motivado a continuar a praticar a autoconsciencioterapia no dia a dia, visando sempre manter sua saúde consciencial. 
            Para maiores informações sobre a Consciencioterapia, a Organização Internacional de Consciencioterapia - OIC, oferece atendimento gratuito todas as segundas, às 18h, 19h, 20h e 21 h, e está localizado na Av. Felipe Wandscheer, 5935, Bairro Cognópolis, Foz do Iguaçu - PR - Telefone (45) 3025.1404. Visite o site: http://www.oic.org.br/

Referências infográficas:
GLOSSÁRIO, Rede humaniza SUS. Disponível em: <http://www.redehumanizasus.net/glossary/term/137>. Acesso em 15 set. 2013

Referências bibliográficas:
Takimoto, Nario; Princípios Teáticos da Consciencioterapia; Proceedings of the 4th Consciential Health Meeting (Anais da IV Jornada de Saúde da Consciência); Journal of Conscientiology; Vol. 9; N. 33S; Artigo; 18 p.; 29 enus.; 3 tabs.; 29 refs.; International Academy of Consciousness; London; UK; Setembro, 2006; páginas 11 a 28.

              William Nascimento é téc. em enfermagem, estudante de Psicologia, pesquisador voluntario e docente do IIPC - Instituto Internacional de Projeciologia e Conscienciologia, uma instituição de Educação e Pesquisa Científica, pacifista, laica, universalista, sem fins de lucro, não doutrinária, independente, que se destaca pela excelência em cursos e publicações técnico-científicas sobre as ciências Projeciologia e Conscienciologia, telefone para contato: 041-3233-5736 maiores informações no site: www.iipc.org

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Acanhamento

William Nascimento  
          Há situações em nosso cotidiano que jamais gostaríamos de experimentar, e muito menos de repetir ao longo da vida, por exemplo, sentir-se inibido, retraído, travado, ruborizado, nervoso e atrapalhado. Tais sensações são chamadas de acanhamento, e surgem como consequência ou efeito de se expor a um grupo ou meio social adverso e estranho.
            Quando nos sentimos envergonhados, tímidos ou encabulados, podemos manifestar alguns gestos indisfarçáveis porém perceptíveis a qualquer observador mais atento. Tem gente que enrola os cabelos com a ponta dos dedos, mordem os lábios, não sabem o que fazer com as mãos, ou ainda roem as unhas, ficam coradas e não conseguem olhar diretamente nos olhos da outra pessoa numa conversação.    
            Esta condição impede o indivíduo de viver na sua totalidade, pois reprimem a própria naturalidade e toda a alegria e liberdade de manifestação se esvaem. A criatividade e a espontaneidade travam, toda a funcionalidade de uma vida plena se perde. Tudo isto pode levar a uma condição de melancolia, que por sua vez pode levar a ideações suicidas.  
            O que causa o acanhamento não é em si a simples exposição do indivíduo ao contato e interação social, a origem geralmente esta mais ligada ao passado, frequentemente relacionada a uma educação muito severa, repressora ou até mesmo superprotetora.
            O que se pode fazer para superar o acanhamento em primeiro lugar é racionalizar a respeito das situações embaraçosas, o vexame a gafe, são parte da vida, e ninguém morre de vergonha. Uma das técnicas sugeridas é a da desensibilização gradativa, o acanhado, pode gradualmente em pequenas "doses" ir criando pequenas metas de superação, por exemplo, iniciar uma conversa com algum desconhecido, até chegar ao ponto de se expor a pequenos e grandes grupos de pessoas. Também recomenda-se o autoesclarecimento, buscar informações, ler sobre o assunto, incluindo biografias de personalidades extrovertidas, e conversar com pessoas que superaram a timidez.
            Segundo a Conscienciologia, cujo tema é abordado também pela bioenergética, o acanhado, sofre constantemente bloqueios energéticos na região torácica (cardiochacra). Isto denota a importância de se aprender a trabalhar com as próprias bioenergias e promover em si mesmo desbloqueios através da circulação fechada de energias e estado vibracional (EV). Para a desensibilização gradativa, sugerimos também o trabalho voluntário. No voluntariado do Instituto Internacional de Projeciologia e Conscienciologia - IIPC há muitos ex-acanhados que atualmente são professores itinerantes, dando palestras e cursos até mesmo no exterior.
            O leitor interessado, esta convidado a participar de nossas palestras públicas gratuitas no IIPC, as palestras são realizadas todas as quintas, das 19:30 as 21:30. Aos sábados das 14:30 as 16:30. O IIPC está localizado na rua Visconde de Nácar, 1505 - 9◦ andar, no centro de Curitiba.

              William Nascimento é técnico em enfermagem, estudante de Psicologia voluntario e docente do IIPC - Instituto Internacional de Projeciologia e Conscienciologia, uma instituição de educação e pesquisa científica, pacifista, laica, universalista, sem fins lucrativos, não doutrinária, independente, que se destaca pela excelência em cursos e publicações técnico-científicas sobre as ciências Projeciologia e Conscienciologia. Para maiores informações, entre em contato com o IIPC pelo telefone (41) 3233-5736 ou entre no site www.iipc.org.


Referência bibliográfica
1. Vieira, Waldo; Enciclopédia da Conscienciologia; CD-ROM; 5.272 Páginas; 1.365 verbetes; 234 especialidades; 5◦ Ed.; Associação Internacional Editares; Associação Internacionalde Comunicação Conscienciológica (COMUNICONS); & Associação Internacional de Altos Estudos da Conscienciologia (CEAEC); Foz do Iguaçu. PR; 2009; Verbete consultado: acanhamento. 

terça-feira, 10 de setembro de 2013

Abandono animal

William Nascimento
            Um homem é verdadeiramente ético apenas quando obedece sua compulsão para ajudar toda a vida que ele é capaz de assistir, e evita ferir toda a coisa que vive (Albert Schweitzer,1875–1965).  A piedade com os animais está intimamente ligada ao caráter, podendo-se afirmar que quem é cruel com eles não pode ser bom (Schopenhauer, 1788–1860). Com estas palavras sobre ética e caráter estes grandes pensadores estavam preocupados com o bem estar animal. Isto demonstra que não é de hoje que os animais vem sendo abandonados, maltratados, negligenciados e esquecidos.
             O abandono animal é a ação cujo efeito degradante de deixa-lo à própria sorte, produz a superpopulação descontrolada de "animais de rua". Para se ter uma ideia apenas uma cadela, pode gerar em 6 anos, até 64.000 novos animais, uma gata, pode gerar em 7 anos até 420.000 gatos. Estimativas da Organização Mundial da Saúde (OMS) indicam haver em grandes centros urbanos 1 cão para cada 5 habitantes, cerca de 10% deles em estado de abandono (Ano-base: 2011).
            Quais os motivos e causas para tamanho descaso e negligência para com os animais? As alegações e justificativas são inúmeras, por exemplo, o temperamento, barulho, cansaço do dono, desobediência, doença, hiperatividade, mordedura, tamanho, velhice, prenhez, sujeira, bagunça, despesa, troca de endereço, etc. Sejam quais forem os problemas relacionados com o abandono, nada pode justificá-lo, uma vez que se identifique problemas, temos o dever de buscar soluções que resultem na segurança, conforto e bem estar do animal. Dentre as possíveis soluções a serem adotadas pela população, políticas públicas, ONGs e especialistas, podemos citar o estimulo a adoção, o controle através da castração, a eutanásia na existência de doenças infecto contagiosas terminais, o controle do comércio animal, o Registro Animal (RGA) por meio de colares com identificação, vacinação, elaborar e efetivar legislações específicas, conscientizar a população, etc.
            Temos que parar com esta mania egoísta, antropocêntrica e mitológica de achar que os animais são nossa posse, e que quando não nos servirem mais podemos descartá-los de qualquer maneira. Segundo a Conscienciologia todas as consciências sejam subumanas ou princípios conscienciais (os vegetais por exemplo), estão em processo de evolução, e dependem uns dos outros para isto. Portanto precisamos nos assistir mutuamente de forma interdependente. De modo que, ninguém pertence a ninguém, convivemos e aprendemos uns com os outros por breves períodos de tempo. Nós seres humanos, subumanos e princípios conscienciais descartamos o corpo físico, e passamos um período de tempo numa dimensão extrafísica, não material, até a próxima oportunidade de voltar a convivermos uns com os outros em vidas que se sucedem. Esta serialidade de existências segue até que todas as consciências cheguem a maturidade integral (holomaturidade), na qual ela não necessita mais passar por estes estágios de vida intrafísica.
            Para saber mais sobre como funciona a evoluciologia e a realidade extrafísica. O Instituto Internacional de Projeciologia e Conscienciologia - IIPC oferece palestras públicas gratuitas, cursos, livros e artigos, para o leitor interessado em aprofundar nesta e em outras temáticas.

              William Nascimento é téc. em enfermagem, estudante de Psicologia, pesquisador voluntario e docente do IIPC - Instituto Internacional de Projeciologia e Conscienciologia, uma instituição de Educação e Pesquisa Científica, pacifista, laica, universalista, sem fins de lucro, não doutrinária, independente, que se destaca pela excelência em cursos e publicações técnico-científicas sobre as ciências Projeciologia e Conscienciologia, telefone para contato: 041-3233-5736 maiores informações no site: www.iipc.org

Referência bibliográfica
1. Vieira, Waldo; Enciclopédia da Conscienciologia; CD-ROM; 5.272 Páginas; 1.365 verbetes; 234 especialidades; 5◦ Ed.; Associação Internacional Editares; Associação Internacionalde Comunicação Conscienciológica (COMUNICONS); & Associação Internacional de Altos Estudos da Conscienciologia (CEAEC); Foz do Iguaçu. PR; 2009; Verbete consultado: abandono animal.