terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Gescons

O que é gescons?
Gestações conscienciais ou gescons são as obras assistenciais, com predomínio na tares (tarefa do esclarecimento), produzidas pela conscin (consciência intrafísica) ao longo da vida humana, com a finalidade de beneficiar as consciências, independente de etnia, cultura, nacionalidade, credo, situação socioeconômica ou sexo.

Qual o objetivo de uma gescon?
A gescon objetiva a concretização de novos ideais evolutivos, a partir da mobilização do megatrafor e demais talentos para a produção de algo útil à Humanidade e à Para-humanidade. Com a gescon, a conscin prioriza o legado assistencial às gerações vindouras, indo além da gestação humana e transcendendo os vínculos familiares.

Por que a importância da gescon?
A gestação consciencial de ponta é a que esclarece e relembra os indivíduos quanto à sua procedência extrafísica, a evolução e a proéxis; é válida para vidas humanas à frente, não só para os outros como à própria consciência assistente, dentro do autorrevezamento evolutivo. Uma gescon pode durar por séculos e influenciar positivamente outros trabalhos assistenciais.

O que é autorrevezamento evolutivo?
É a situação na qual a conscin retoma os trabalhos de vidas anteriores, através do acesso às obras pessoais, gescons, deixadas por ela mesma, no passado, para a posteridade. Por exemplo, ao escrever um livro positivo e esclarecedor, a pessoa deixa para si no futuro, ao modo de cápsula do tempo, informações relevantes à aceleração da recuperação de cons (unidades de lucidez). A consciência lúcida planeja a existência presente e também a futura, buscando a convergência de esforços. Ela deixa na dimensão intrafísica recursos que possibilitem a sequência de seus trabalhos já iniciados, tornando a proéxis um empreendimento linear e contínuo, na mesma linha de ação.

Quais as conseqüências das gescons?
A realização das gescons tem pelo menos oito conseqüências positivas:
1.      Atacadismo. Interassistencialidade ampla, em proporções atacadistas, a pessoas que nem conhecemos.
2.      Autocura. Incentivo à autocura, eliminando vitimizações, autoculpas, autocorrupções, dependências.
3.      Autonomia. Esclarecimento visando à autonomia das consciências, fazendo-as pensar por si mesmas.
4.      Autossuperação. Eliminação da tanatofobia ou do medo da morte biológica, incluindo as vivências parapsíquicas.
5.      Desassédios. Promoção de desassédios interconscienciais, principalmente do autoassédio.
6.      Mentalsoma. Atendimento prioritário aos mentaissomas das consciências, ao invés da caridade.
7.      Proéxis. Contribuição direta às proéxis de outrem, servindo de referência para outras gescons.
8.      Reciclagens. Agente dinamizador de reciclagens intraconscienciais, incluindo a atuação mais cosmoética na vida.

Como é esta evolução da gestação humana para a gestação consciencial?
As gestações conscienciais somente aparecem no desenvolvimento da evolução da consciência em estágio mais avançado de holomaturidade ou na embriologia das ideias de ponta ou prioritárias. Quando a conscin se liberta de todos os compromissos com as gestações humanas, a inteligência a conduz, inevitavelmente, à produção das gestações de obras conscienciais, frutos magnos e duradouros do autodiscernimento.

Poderia fazer um cotejo da gestação humana com a gestação consciencial?
Eis 14 observações sobre a gestação consciencial, gerada através do mentalsoma, em cotejo com a gestação biológica, gerada através do soma, dispostas na ordem funcional:
01. Reproduções. Hoje é a hora da junção evolutiva de duas reproduções para a Mulher consciencialmente desperta: a reprodução biológica com a reprodução consciencial.
02. Seriéxis. Ontem, em vidas humanas prévias, dentro da Seriexologia, a mulher imatura– a derrubadora de homens – tinha na vaidade pessoal o objetivo magno prioritário. Só se permitia paixões passageiras no jogo da sedução sexual sem peias, na moldura do brilhareco de roupas elegantes, em tropelia permanente, afogada pela legião de homens seduzidos, servis e bajuladores.
03. Autocorrupção. A avidez da derrubadora de homens não permitia à profissional ser honesta nem consigo mesma. A autocorrupção permanente a possuía por inteiro, o tempo todo.
04. Sedução. A sedução vampiresca era o único estímulo encontrado na fuga das próprias inseguranças. Quando conquistava, a Don Juan de saias, abandonava o objeto sexual ou afetivo drenado, atirando-o à distância qual laranja chupada.
05. Encantamento. Optava sempre pelo desafio das complicações da pessoa difícil. Ao serem resolvidas as grandes complicações ou conflituosidades, terminava o encantamento e mais outra relação se rompia. Satisfeita a necessidade mórbida, acabava o interesse transitório.
06. Segredo. Adorava as relações secretas, difíceis e extraconjugais. Ao se tornarem públicas e claras, desaparecia completamente a automotivação e dedicação.
07. Evolução. Já o objetivo real, magno, da mulher moderna, agora, é vencer a si própria, no esforço de dinamização da evolução consciencial e autoconsciente.
08. Meta. A nova meta é a sedução holossomática, consciente e cosmoética, bem superior à sedução holochacral anticosmoética de antigamente.
09. Grupocarma. A nova mulher usa, agora, a pelve larga e a feminilidade elevada, na metade preparatória da vida humana – em média até os 35 anos de idade – na gestação biológica, a reprodução humana, animal e planejada se preciso objetivando o concerto grupocármico dos relacionamentos fracassados em desmandos pretéritos.
10. Consciencialidade. Na metade executiva da existência – na média entre os 36 e os 70 anos de idade – a mulher liberada aplica-se à gestação consciencial, além da biológica.
11. Mentalsomática. Agora é a vez da execução sábia da consciencialidade reprodutora intelectual, a renovação da conscin através da própria consciência lúcida quanto à mentalsomática, assentada no corpo do autodiscernimento máximo.
12. Proéxis. A nova mulher busca assumir o mandato da própria proéxis, até mesmo a maxiproéxis, e realizar o objetivo libertário junto à consciência mais amada, o parceiro da dupla evolutiva.
13. Tares. O valor fundamental da existência da nova mulher é outro: a tares ou a tarefa assistencial do esclarecimento das consciências em alto nível.
14. Conscins. Nas gestações humanas entram 3 conscins ou compõem 1 trio evolutivo. As gestações conscienciais são grupais, policármicas e maxiuniversalistas.

Bibliografia: Enciclopedia da conscienciologia  pag.3465

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